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Justiça Federal libera extradição de Sergey Cherkasov para decisão presidencial
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Uma reportagem do Washington Post revelou que, em 2 de setembro, os Estados Unidos teriam ordenado um segundo ataque a uma embarcação venezuelana, suspeita de tráfico de drogas, após uma explosão inicial deixar sobreviventes. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, teria autorizado o bombardeio com a ordem verbal de "matar todos", o que ele nega. A Casa Branca confirmou o segundo ataque, mas refutou a ordem de eliminar sobreviventes.

O episódio reacendeu debates sobre a legalidade das operações americanas no Caribe, levando parlamentares a exigir esclarecimentos do governo Trump. Comitês republicanos prometeram uma investigação detalhada sobre as ações militares na região. O senador democrata Tim Kaine e o ex-presidente do Comitê de Inteligência, Mike Turner, expressaram preocupações sobre possíveis violações das leis de guerra.

A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que o almirante Frank Bradley agiu dentro da lei ao ordenar o segundo ataque. Trump e Hegseth defenderam as ações, alegando que os alvos eram narcotraficantes ligados a organizações terroristas. O governo venezuelano, por sua vez, condenou os ataques e prometeu uma investigação própria.

Os Estados Unidos intensificaram sua presença militar no Caribe, realizando ataques contra embarcações suspeitas de tráfico de drogas. Desde setembro, mais de 80 pessoas morreram nessas operações. A administração Trump justifica as ações como defesa contra o tráfico ilícito, enquanto a Venezuela acusa os EUA de tentar desestabilizar o governo de Nicolás Maduro.

Fonte:https://www.bbc.com/portuguese/articles/cpd6z57x2nlo?at_medium=RSS&at_campaign=rss

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